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sexta-feira, 6 de março de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Ponte sobre o Tejo
A Ponte sobre o Tejo ou Ponte 25 de Abril é uma ponte pênsil rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal. A ponte atravessa o estuário do rio Tejo na parte final e mais estreita – o designado gargalo do Tejo. História
A primeira ideia sobre a construção de uma ponte que ligasse a cidade de Lisboa a Almada, situada na margem esquerda do Tejo, remonta ao ano de 1876.
Nessa altura, o engenheiro Miguel Pais sugere que a sua construção seja feita entre Lisboa e Montijo. Em 1888 , um engenheiro norte-americano, de nome Lye, propõe que a ponte seja construída entre a zona do Chiado, em Lisboa, e Almada.
No ano de 1889, dois engenheiros franceses, de nome Bartissol e Seyrig, sugerem a ligação rodoviária e ferroviária a partir da zona da Rocha Conde de Óbidos, do lado de Lisboa, e Almada. Logo no ano seguinte, surge uma nova proposta, feita por uma empresa alemã, que propunha a ligação entre a zona do Beato, do lado de Lisboa, e o Montijo. Esta ideia teve bastante aceitação por parte da opinião pública.
Já no século vinte, no ano de 1913, o governo português recebe uma sugestão para a construção de uma ponte, retomando a ligação entre a zona da Rocha Conde de Óbidos e Almada. Esta proposta é reatada, em 1921, pelo engenheiro espanhol Alfonso Peña Boeuf, chegando o seu projecto a ser discutido no Parlamento português. Decorria o ano de 1929, quando o engenheiro português António Belo solicita a concessão de uma via férrea a estabelecer sobre o Rio Tejo, a partir da zona do Beato, em Lisboa, e o Montijo.
Perante esta iniciativa, o ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, acaba por nomear, no ano de 1933, uma Comissão, com o fim de analisar a proposta em causa, tendo ele próprio, apresentado, em 1934, uma proposta ao Governo, de que fazia parte, para a construção de uma ponte rodo-ferroviária sobre o Rio Tejo.
Contudo, todas estas propostas vão acabando por ser preteridas em favor das obras da ponte de Vila Franca de Xira.
Só no ano de 1953 é que o Governo português cria uma Comissão com o objectivo de estudar e apresentar soluções sobre a questão do tráfego ferroviário e rodoviário entre Lisboa e a margem sul do Rio Tejo.
Finalmente, em 1958, os governantes portugueses decidem oficialmente a construção de uma ponte. No ano seguinte, é aberto um concurso público internacional, para que sejam apresentadas propostas para a construção. Após a apresentação de quatro propostas, o que aconteceu no ano de 1960, a obra é adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, que, já em 1935, tinha apresentado um projecto para a sua construção.
A 5 de Novembro de 1962 iniciam-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo é inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas, das quais se destacam o Presidente da República, Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, o Presidente do Governo, António de Oliveira Salazar e o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, passando a ser chamada, oficialmente, Ponte Salazar.
A primeira ideia sobre a construção de uma ponte que ligasse a cidade de Lisboa a Almada, situada na margem esquerda do Tejo, remonta ao ano de 1876.
Nessa altura, o engenheiro Miguel Pais sugere que a sua construção seja feita entre Lisboa e Montijo. Em 1888 , um engenheiro norte-americano, de nome Lye, propõe que a ponte seja construída entre a zona do Chiado, em Lisboa, e Almada.
No ano de 1889, dois engenheiros franceses, de nome Bartissol e Seyrig, sugerem a ligação rodoviária e ferroviária a partir da zona da Rocha Conde de Óbidos, do lado de Lisboa, e Almada. Logo no ano seguinte, surge uma nova proposta, feita por uma empresa alemã, que propunha a ligação entre a zona do Beato, do lado de Lisboa, e o Montijo. Esta ideia teve bastante aceitação por parte da opinião pública.
Já no século vinte, no ano de 1913, o governo português recebe uma sugestão para a construção de uma ponte, retomando a ligação entre a zona da Rocha Conde de Óbidos e Almada. Esta proposta é reatada, em 1921, pelo engenheiro espanhol Alfonso Peña Boeuf, chegando o seu projecto a ser discutido no Parlamento português. Decorria o ano de 1929, quando o engenheiro português António Belo solicita a concessão de uma via férrea a estabelecer sobre o Rio Tejo, a partir da zona do Beato, em Lisboa, e o Montijo.
Perante esta iniciativa, o ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, acaba por nomear, no ano de 1933, uma Comissão, com o fim de analisar a proposta em causa, tendo ele próprio, apresentado, em 1934, uma proposta ao Governo, de que fazia parte, para a construção de uma ponte rodo-ferroviária sobre o Rio Tejo.
Contudo, todas estas propostas vão acabando por ser preteridas em favor das obras da ponte de Vila Franca de Xira.
Só no ano de 1953 é que o Governo português cria uma Comissão com o objectivo de estudar e apresentar soluções sobre a questão do tráfego ferroviário e rodoviário entre Lisboa e a margem sul do Rio Tejo.
Finalmente, em 1958, os governantes portugueses decidem oficialmente a construção de uma ponte. No ano seguinte, é aberto um concurso público internacional, para que sejam apresentadas propostas para a construção. Após a apresentação de quatro propostas, o que aconteceu no ano de 1960, a obra é adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, que, já em 1935, tinha apresentado um projecto para a sua construção.
A 5 de Novembro de 1962 iniciam-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo é inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas, das quais se destacam o Presidente da República, Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, o Presidente do Governo, António de Oliveira Salazar e o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, passando a ser chamada, oficialmente, Ponte Salazar.
A Revolução
Logo a seguir à Revolução de 25 de Abril de 1974, o seu nome é mudado para Ponte 25 de Abril. O seu custo rondou, preço à é poca da sua construção, o valor de dois milhões e duzentos mil contos, o que corresponde, sem ajustes à inflação, a perto de 11 milhões de euros.
Ainda que projectada para suportar, em simultâneo, tráfego ferroviário e rodoviário, nesta fase só fica preparada para a passagem de veículos rodoviários. É em 1990, que o Governo português procede à elaboração de um projecto para a instalação do tráfego ferroviário, através da montagem de um novo tabuleiro, alguns metros abaixo, do tabuleiro do trânsito rodoviário, já em funcionamento. A 30 de Julho de 1999 é inaugurada este novo tipo de travessia.
As consequências resultantes desta travessia não se fizeram esperar, desde a sua entrada em funcionamento, designadamente no que se refere à explosão urbanística que surgiu na margem esquerda do Rio Tejo, de Almada a Setúbal, estimulando, igualmente, o crescimento económico e turístico do sul de Portugal, destacando-se, neste caso, a região do Algarve.
Desde o início do seu funcionamento que a circulação rodoviária é intensa, do que resultam situações de congestionamento automóvel diárias. Esclarecedores são os números referentes ao início do ano de 2006: passam na Ponte 25 de Abril sete mil carros, nos dois sentidos, na “hora de ponta” e cento e cinquenta mil, em média, por dia, o que corresponde a mais de 300 mil utilizadores diários.
Também a circulação ferroviária é intensa, correspondendo esta à passagem de 157 comboios, diariamente, nos dois sentidos, transportando estes cerca de oitenta mil passageiros dia.
Só no ano de 2007 foram transportados 22 milhões de utentes pela via ferroviária.
A grandeza e a imponência da Ponte 25 de Abril está bem expressa no facto de, à data da sua inauguração, ser a quinta maior ponte suspensa do mundo e a maior fora dos Estados Unidos da América. Passados quarenta anos, após a sua inauguração, ocupa, agora, o 66º lugar, a nível mundial.
Anualmente, em meados de Março, a ponte é cortada ao trânsito por umas horas para a realização da Meia-Maratona de Lisboa.
Características técnicas
Outros dados relevantes sobre a Ponte 25 de Abril, à data da sua inauguração:
1 012,88 metros de comprimento do vão principal
2 277,64 metros de distância de amarração a amarração
70 metros de altura do vão acima do nível da água
190,47 metros de altura das torres principais acima do nível da água (o que a torna a segunda mais alta construção de Portugal e a ponte mais alta da Europa)
58,6 centímetros de diâmetro de cada cabo principal
11 248 fios de aço com 4,87 milímetros de diâmetro, em cada cabo (o que totaliza 54,196 quilómetros de fio de aço)
79,3 metros de profundidade, abaixo do nível de água, no pilar principal, Sul
30 quilómetros de rodovias nos acessos Norte e Sul com 32 estruturas de betão armado e pré-esforçado
Estes resultados foram obtidos com a aplicação de 263 000 metros cúbicos de betão e 72 600 toneladas de aço.
Na ponte sobre o Tejo pode ouvir-se constantemente este som (59s) que corresponde à deslocação dos carros no tabuleiro.
Ainda que projectada para suportar, em simultâneo, tráfego ferroviário e rodoviário, nesta fase só fica preparada para a passagem de veículos rodoviários. É em 1990, que o Governo português procede à elaboração de um projecto para a instalação do tráfego ferroviário, através da montagem de um novo tabuleiro, alguns metros abaixo, do tabuleiro do trânsito rodoviário, já em funcionamento. A 30 de Julho de 1999 é inaugurada este novo tipo de travessia.
As consequências resultantes desta travessia não se fizeram esperar, desde a sua entrada em funcionamento, designadamente no que se refere à explosão urbanística que surgiu na margem esquerda do Rio Tejo, de Almada a Setúbal, estimulando, igualmente, o crescimento económico e turístico do sul de Portugal, destacando-se, neste caso, a região do Algarve.
Desde o início do seu funcionamento que a circulação rodoviária é intensa, do que resultam situações de congestionamento automóvel diárias. Esclarecedores são os números referentes ao início do ano de 2006: passam na Ponte 25 de Abril sete mil carros, nos dois sentidos, na “hora de ponta” e cento e cinquenta mil, em média, por dia, o que corresponde a mais de 300 mil utilizadores diários.
Também a circulação ferroviária é intensa, correspondendo esta à passagem de 157 comboios, diariamente, nos dois sentidos, transportando estes cerca de oitenta mil passageiros dia.
Só no ano de 2007 foram transportados 22 milhões de utentes pela via ferroviária.
A grandeza e a imponência da Ponte 25 de Abril está bem expressa no facto de, à data da sua inauguração, ser a quinta maior ponte suspensa do mundo e a maior fora dos Estados Unidos da América. Passados quarenta anos, após a sua inauguração, ocupa, agora, o 66º lugar, a nível mundial.
Anualmente, em meados de Março, a ponte é cortada ao trânsito por umas horas para a realização da Meia-Maratona de Lisboa.
Características técnicas
Outros dados relevantes sobre a Ponte 25 de Abril, à data da sua inauguração:
1 012,88 metros de comprimento do vão principal
2 277,64 metros de distância de amarração a amarração
70 metros de altura do vão acima do nível da água
190,47 metros de altura das torres principais acima do nível da água (o que a torna a segunda mais alta construção de Portugal e a ponte mais alta da Europa)
58,6 centímetros de diâmetro de cada cabo principal
11 248 fios de aço com 4,87 milímetros de diâmetro, em cada cabo (o que totaliza 54,196 quilómetros de fio de aço)
79,3 metros de profundidade, abaixo do nível de água, no pilar principal, Sul
30 quilómetros de rodovias nos acessos Norte e Sul com 32 estruturas de betão armado e pré-esforçado
Estes resultados foram obtidos com a aplicação de 263 000 metros cúbicos de betão e 72 600 toneladas de aço.
Na ponte sobre o Tejo pode ouvir-se constantemente este som (59s) que corresponde à deslocação dos carros no tabuleiro.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Nocturno em Alhandra

Depois de uns dias ausentes por motivo de força maior, pois estive sem pc, estou a voltar e aos poucos irei começar as minhas visitas aos vossos blogues...
Para começar aqui deixo uma foto efectuada no dia 10 de Janeiro em Alhandra depois de uma visita à excelente exposição fotográfica do amigo Fernando Rodrigues exposta em Alhandra mesmo junto ao rio Tejo.
Parabéns pelas belas imagens ali expostas.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Em dia de céu cinzento, os céus azuis de Nuno de Sousa

Foram publicadas mais algumas fotos minhas sobre Lisboa no blog: SOS Lisboa.
Podem as mesmas ser vistas no seguinte endereço: http://lisboasos.blogspot.com/2008/12/em-dia-de-cu-cinzento-os-cus-azuis-de.html
Desde já o meu agradecimento aos administradores deste blogue pelo apoio e incentivo que me têm dado.
Para todos vós um forte abraço e que tenham um excelente ano de 2009.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A Todos um Bom Natal
A Todos Um Bom NatalRefrão
A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
No Natal pela manhã
Ouvem-se os sinos tocar
E há uma grande alegria, no ar
Refrão
Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos, felizes
Refrão
Vão aos saltos pela casa
Descalças ou com chinelos
Procurar suas prendas, tão belas
Refrão
Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem, irmãos
Refrão
Se isto fosse verdade
Para todos os Meninos
Era bom ouvir os sinos tocar.
Volto em breve até lá as minhas boas festas e que tudo vos corra bem. Que tenham um Natal muito Feliz com muita saúde e muitos sonhos perto dos vossos famíliares amigo e das pessoas que amam.
Um bem haja para todos vós.
Nuno
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
Pia do Urso

Localizado em São Mamede no Concelho da Batalha, o local designado “Pia do Urso” é histórico e data do tempo da permanência dos Romanos na zona que realizavam nos arredores explorações em minas de ferro e foi sobretudo local de passagem em 1385 das tropas comandadas por D. Nuno Álvares Pereira que se deslocavam para Ourém e Porto de Mós e cujo destino final seria Aljubarrota onde ocorreu uma das batalhas mais importantes para a conquista da independência de Portugal. Mais tarde, o caminho da Pia do Urso foi percorrido pelas tropas das invasões francesas comandadas por Napoleão. A.jpg)
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Actualmente a Pia do Urso é atracção turística oferecendo uma bela paisagem natural para além de se poderem apreciar o magnifico trabalho de recuperação de habitações típicas da região, tendo as restaurações sido feitas em madeira e pedra calcária. O nome deriva do facto destes terrenos assentarem sobre um maciço rochoso calcário povoado de reentrâncias para o interior da rochas que foram designadas de pias e que devido à grande quantidade de água no seu interior tornaram este local de características únicas. A.jpg)
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De notar que a recuperação incluiu um “Ecoparque sensorial” destinado aos invisuais, um conceito inovador que permite aos mesmos desfrutar do meio que os rodeia utilizando os restantes sentidos, sobretudo o tacto e o olfacto. A.jpg)
quarta-feira, 7 de maio de 2008
sábado, 10 de novembro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
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Vitiligo


Deixo aqui um texto enviado de uma amiga que gostaria que lessem e até passarem para outros amigos que possam ter este problema.
Aqui vai o texto:
Penso que todos conseguem perceber o porquê de afectar psicologicamente. Numa Sociedade em que a beleza é Imperatriz, ter a pele cheia de manchas brancas não é agradável.
Ajudem a divulgar e partilhem este blog com quem tem o mesmo problema :) http://vitiligo-derma.blogspot.com/ Espero que esta iniciativa junte pessoas e as faça encontrar mais apoio para não se sentirem sós e desamparadas.
Obrigada a todos e um abraço!
Sandra Marques
BENEFÍCIOS FISCAIS - JUSTIÇA SOCIAL
Blog - Reposição dos Benefícios Fiscais
Eu Nuno de Sousa, tenho uma prima de nome Márcia com 11 anos que ficou deficiente num acidente de viação em que a sua mãe (minha prima faleceu nesse mesmo acidente, já no ano anterior a este acidente o seu pai tinha sido atropelado, neste momento é um ser quase vegetal, dependendo dos seus pais para sobreviver, embora tenho feito alguns progressos). Neste momento a Marcia está numa numa escola especial, mais propriamente na escola C.E.C.D - Centro de Educação para o Cidadão Deficiente, situada em Mira-Sintra (Sintra), onde poderia ficar para toda a sua vida, só que agora tudo se inverteu e como os apoios que o estado dava vão acabar, a escola vai ter de fechar por falta de apoio, ou seja centenas destas crianças vão ficar sem apoio quer na educação quer a nivel de subsistência e ajuda na sua vida futura, onde vão ter de sair desta escola para serem integradas numa qualquer escola normal onde nem professores nem as próprias escolas têm condições para as integrar nas melhores condições, a minha prima nem o seu nome sabe escrever, pergunto o que vai ser destas crianças, será isto a que chamamos uma país em vias de desenvolvimento? Ou será que é só um país para alguns?
É uma vergonha o que está a acontecer neste Portugal dos nossos dias, a estas pessoas que nada podem fazer e que ainda por cima são abandonadas por quem devia olhar por elas.
Grandes governantes nós temos.
Tenho vergonha.
Peço desculpa pelo meu desabafo.
Nuno de Sousa
Amigos, não custa nada. Dois ou três segundos.
-O Governo quer retirar benefícios fiscais às pessoas com deficiência.Assine e divulgue a petição do Movimento de Trabalhadores com Deficiência contra esta medida do governo. É só clicar aqui http://www.petitiononline.com/mtpd/petition.html
Passe a mensagem à sua lista de e-mails por favor.
ObrigadoMais informação em:
http://mtpd.blogspot.com/
http://opaisdoburro.blogspot.com/
É uma vergonha o que está a acontecer neste Portugal dos nossos dias, a estas pessoas que nada podem fazer e que ainda por cima são abandonadas por quem devia olhar por elas.
Grandes governantes nós temos.
Tenho vergonha.
Peço desculpa pelo meu desabafo.
Nuno de Sousa
Amigos, não custa nada. Dois ou três segundos.
-O Governo quer retirar benefícios fiscais às pessoas com deficiência.Assine e divulgue a petição do Movimento de Trabalhadores com Deficiência contra esta medida do governo. É só clicar aqui http://www.petitiononline.com/mtpd/petition.html
Passe a mensagem à sua lista de e-mails por favor.
ObrigadoMais informação em:
http://mtpd.blogspot.com/
http://opaisdoburro.blogspot.com/









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